A 07 de Maio de 1857 nascia, em Vila de Frades, José Valentim Fialho de Almeida.
Escritor natural de Vila de Frades, incompreendido à época e ainda hoje mal amado pela literatura nacional.
Deixou no seu testamento, escrito três antes da sua morte, na tabacaria do Fonseca, 10 contos de réis para que se construísse a Escola de Vila de Frades e, ainda, 4 contos réis para que os doentes pobres da sua terra natal se pudessem tratar no hospital de Vidigueira.
Ontem, a Junta de Freguesia de Vila De Frades, o Grupo de Cante São Cucufate e a Associação Fialho de Almeida de Cuba, fizeram memória da vida e obra do escritor, num momento cujas fotografias serão brevemente partilhadas, e que decorreu na capela de São Brás.
Que Vila de Frades nunca esqueça este que é um dos seus filhos mais ilustres.
“Miando pouco, arranhando sempre e não temendo nunca”.
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Fialho de Almeida
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